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Guerra no Alemão: A Hipocrisia da Esquerda e a Defesa Imediata do Crime Organizado

Operação nos complexos da Penha e do Alemão é a mais letal da história do Rio de Janeiro Foto: Mauro PIMENTEL / AFP

A Tragédia Social: Enquanto a Polícia Arrisca a Vida, a Militância se Junta ao Choro Pelo Bandido

A megaoperação nos Complexos do Alemão e da Penha, que resultou na maior baixa do crime organizado na história recente do Rio de Janeiro, expôs o verdadeiro abismo moral da esquerda brasileira. Enquanto a sociedade assistiu com alívio à apreensão de um arsenal de guerra e à identificação de líderes de facções — muitos deles vindos de outros estados, comprovando o alcance nacional do Comando Vermelho —, a reação imediata de políticos e ativistas de “direitos humanos” foi o repúdio histérico à ação policial. O foco midiático se desviou rapidamente da violência imposta pelos traficantes e de seus fuzis para a contagem de corpos, transformando o combate legítimo do Estado em uma “chacina” e elevando bandidos armados ao status de vítimas sociais.

Essa inversão de valores, típica da militância radical, ignora um dado crucial que a investigação policial confirmou: a maioria esmagadora dos mortos tinha histórico criminal relevante, incluindo tráfico e homicídio. A tragédia, para a extrema-direita, não é a ação do Estado para reprimir o terror, mas sim a hipocrisia de quem mora em condomínios de luxo e, em nome de uma ideologia fracassada, se junta a protestos que defendem a manutenção do poder bélico do tráfico. Ao invés de apoiar os policiais que tombaram no cumprimento do dever e agradecer a desarticulação do crime, deputados e organizações condenam o sucesso da operação e exigem o desarmamento do Estado, garantindo, indiretamente, que o território continue sendo controlado por facções.

O saldo final da repercussão é que a esquerda se tornou a advogada de facto do crime organizado, reforçando a narrativa de que é fácil condenar a polícia de dentro do conforto do ar-condicionado. A maioria da população fluminense, segundo pesquisas, aprovou a operação e refutou a ideia de excesso policial, mostrando que o senso comum exige firmeza. A crítica ao ativismo é clara: ele não combate a miséria, ele combate a polícia. Essa postura desonesta e perigosa apenas serve para prolongar o sofrimento do morador honesto, que é o primeiro a ser aterrorizado quando o braço forte do Estado recua diante do choro e da vitimização ideológica dos defensores dos bandidos.

Por: Paola Rossato

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