Senador lembrou que esquema movimentou mais de R$ 52 bilhões
A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado recebeu requerimento para convocação de Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como ‘Beto Louco’. Apontado como um dos líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital), o investigado teria operado esquema bilionário da facção em Mato Grosso do Sul.
A CPI foi instalada no Senado em 4 de novembro, com eixos de investigação centralizados no crime organizado. Para isso, os parlamentares devem investigar o tráfico, a milícia, o uso de fintechs, bancas de advocacia, criptomoedas para a lavagem de dinheiro e a necessidade de integração entre os órgãos de segurança pública e as Forças Armadas.
Assim, o senador Marcos do Val (Podemos) apresentou o requerimento nº 17/2025. O parlamentar destaca que Beto seria um dos líderes de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro do PCC no setor de combustíveis.
Foi nesse esquema que Beto teria atuado como operador, ao lado de Armando Hussein Ali Mourad. Então, no requerimento, o senador lembra que Beto também aparece como principal responsável por uma rede de fraudes fiscais e contábeis que movimentou mais de R$ 52 bilhões.
“Segundo investigação, a organização criminosa, que teria ramificações em toda a cadeia produtiva de combustíveis — de usinas a postos—, usa centenas de empresas em nome de laranjas, fundos de investimento e familiares para blindar o patrimônio e ocultar a origem ilícita dos recursos”, disse o requerimento apresentado à CPI.
Fonte: Midiamax





























