O STF e o Abuso de Poder como Arma Eleitoral
A mais recente decisão de Alexandre de Moraes de proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar seu próprio pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, representa mais um capítulo escandaloso da ditadura do Judiciário que assola o Brasil. Sob o pretexto autoritário de punir a leitura pública de uma carta, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) avança de forma implacável contra as liberdades individuais e os laços afetivos familiares fundamentais. Ao isolar um pai idoso de seu filho mais velho por longos 90 dias, o sistema escancara seu verdadeiro propósito político: calar o maior líder patriota da história do país e sabotar a oposição conservadora às vésperas do pleito presidencial.
Essa manobra arbitrária ignora criminosamente as prerrogativas legais garantidas pela própria Constituição Federal e pelo Estatuto da Advocacia. Flávio Bolsonaro é formalmente advogado constituído de seu pai, e o impedimento absoluto de comunicação entre eles viola de forma escandalosa o sagrado direito de defesa técnica e o sigilo profissional. Essa atrocidade jurídica gerou repúdio imediato, levando a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a acionar o tribunal em defesa das garantias da profissão. O ativismo judicial de Moraes demonstra um nítido desespero em asfixiar a candidatura de Flávio, utilizando a caneta estatal para aplicar punições desproporcionais e tirânicas.
Enquanto o ex-presidente cumpre uma injusta prisão domiciliar humanitária sob o peso de censuras digitais severas, as redes de apoio da direita denunciam o duplo padrão vergonhoso da Justiça brasileira. Recorda-se amplamente o contraste com o ano de 2018, quando o atual mandatário esquerdista, mesmo preso por corrupção, usufruía de centenas de visitas políticas e mandava recados diários aos seus militantes sem qualquer tipo de punição ou mordaça. No entanto, a brutal perseguição contra a família Bolsonaro deve produzir um poderoso efeito bumerangue nas urnas, acendendo um sentimento genuíno de indignação popular capaz de varrer a esquerda e seus aliados nas próximas eleições.
Por: Paola Rossato





























