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Cresce o temor de Lula e do STF com avanço conservador do Senado na eleição de 2026

Plenário do Senado (Foto: Jonas Pereira/Agência Senado) Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/cresce-o-temor-de-lula-e-do-stf-com-avanco-conservador-do-senado-na-eleicao-de-2026/?utm_source=newsshowcase&utm_medium=gnews&utm_campaign=CDAqEAgAKgcICjDshY4LMOTWoAMwjpnlAw&utm_content=rundown&gaa_at=la&gaa_n=ASWzDAjD-WZqpqRqx9cACZxhhWBu8dYqcVWPet3Taq6waXsHC3-afYnKGYSAL6Gb2i4YlEpJtbtE9K_ToTg1LZIElgS2mO6YFZ-8WBY%3D&gaa_ts=683f94e7&gaa_sig=VNVNEzHFu7zRBejtietxo0G3oOYL83FsWTDT89yfW1oRSPn0hwNSWa5wRRPMsHqPt1Fzza9mYfcodKpsmoYOuw%3D%3D Copyright © 2025, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já emite sinais públicos de preocupação com a perspectiva de o Senado atingir a maioria conservadora a partir de 2027, algo já manifestado nos bastidores por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Esse cenário permitiria à oposição se contrapor a decisões do STF, independente de quem ocupar a Presidência da República.

Em paralelo, a lista de pré-candidatos da direita para disputar as duas vagas por unidade da federação nas próximas eleições segue se ampliando, incluindo também nomes populares nas redes sociais, alguns deles novatos na política partidária.

Durante o encerramento do congresso nacional do PSB, neste domingo (1º) em Brasília, Lula alertou para o risco de candidatos direitistas serem os grandes vitoriosos das urnas na briga pelas 54 das 81 cadeiras do Senado em 2026. Ele frisou ser essencial manter o domínio de aliados para impedir que a direita “avacalhe” com o STF.

Lula fez referência à possibilidade de a renovação substancial do perfil do Senado abrir caminho para inéditos processos de impeachment contra ministros do STF — algo que, apesar das dezenas de pedidos protocolados, tem sido sistematicamente bloqueado pelos presidentes da Casa.

Em tese, o Senado também poderia deixar de ser uma barreira para projetos de lei que limitem os poderes do Supremo. Assim, a situação atual que vem travando iniciativas da oposição poderia se inverter com a eleição, em fevereiro de 2027, de um chefe do Congresso alinhado à direita.

Fonte: Gazeta do Povo

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