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Fase II de ações em Inocência amplia prevenção a populações vulneráveis

Um dos principais eixos da iniciativa foi assegurar o início oportuno do tratamento para sífilis, HIV, hepatites virais e outras ISTs, com monitoramento da adesão terapêutica e oferta de apoio psicossocial aos pacientes. (Foto: Assessoria Técnica SES)

Iniciativa da SES fortalece a atenção básica, garante diagnóstico precoce e qualifica o acompanhamento de ISTs no município

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) realizou a segunda fase das ações de vigilância e atenção à saúde no município de Inocência, com foco no fortalecimento da atenção básica, ampliação do acesso a testagens rápidas e qualificação do acompanhamento de agravos prioritários, especialmente entre populações em situação de maior vulnerabilidade.

As atividades incluíram testagens para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), orientações em saúde, encaminhamentos para tratamento imediato e articulação com a rede municipal, assegurando o seguimento clínico adequado dos casos diagnosticados. A estratégia teve como objetivo ampliar a capacidade de resposta local, reduzir riscos de agravamento e fortalecer a integração entre a atenção básica e a vigilância epidemiológica.

Durante a execução da Fase II, a secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone, destacou a importância de um trabalho articulado e contínuo. “Essas ações fortalecem a rede local e garantem que o cuidado chegue de forma mais rápida, segura e humanizada às pessoas que mais precisam”, afirmou.

Fase II de ações em Inocência amplia prevenção a populações vulneráveis
As ações também contemplaram orientações direcionadas a ambientes de trabalho e convivência. 
(Foto: Divulgação)

Um dos principais eixos da iniciativa foi assegurar o início oportuno do tratamento para sífilis, HIV, hepatites virais e outras ISTs, com monitoramento da adesão terapêutica e oferta de apoio psicossocial aos pacientes. Para isso, foram adotados fluxos que priorizam o sigilo, o acolhimento e o acesso facilitado às consultas e ao acompanhamento clínico.

Além da assistência direta, as equipes desenvolveram ações educativas contínuas, como rodas de conversa e orientações sobre autocuidado, prevenção combinada e uso correto de preservativos. As atividades reforçaram o papel da informação e do diálogo como ferramentas essenciais para a prevenção e a promoção da saúde.

Segundo a assessora técnica de Projetos Estratégicos da SES, Danielle Ahad, a atuação no território permite respostas mais eficazes. “Quando trabalhamos de forma integrada, conseguimos identificar vulnerabilidades, orientar a população e organizar a rede para garantir a continuidade do cuidado”, ressaltou.

As ações também contemplaram orientações direcionadas a ambientes de trabalho e convivência, incentivando a melhoria das condições de higiene, a disponibilização de insumos de prevenção e a criação de espaços mais seguros e adequados para trabalhadores e profissionais que atuam nesses locais.

Fonte: Diário Digital

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