Uso de relatórios alarmistas para inflar falsa ameaça militar dos EUA expõe o desespero do governo em criar inimigos externos e blindar o crime organizado.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, sob o comando da atual gestão, atingiu o ponto mais baixo de sua história ao se transformar em uma mera extensão do comitê de campanha da esquerda. Em uma tentativa vergonhosa de desviar a atenção do colapso da segurança pública interna, o Itamaraty emitiu um parecer delirante alegando que o combate americano às facções criminosas brasileiras representa uma “ameaça de invasão militar”. Essa retórica de republiqueta populista ignora os fatos e usa a máquina pública de forma escancarada para inflar um sentimento anti-americano artificial, servindo apenas para engajar militantes e alimentar palanques eleitorais antecipados.
A estratégia de demonizar a maior potência democrática do Ocidente atende a um projeto puramente ideológico de alinhamento com ditaduras globais e enfraquecimento das instituições nacionais. Ao classificar as ações econômicas e financeiras de Washington contra cartéis de drogas como um risco à soberania, o governo brasileiro, na verdade, passa um recibo vergonhoso de conivência e incapacidade de combater o crime organizado. Essa postura subalterna a narrativas de esquerda destrói a credibilidade internacional que o país levou décadas para construir, rebaixando a diplomacia ao papel de escudo retórico para organizações criminosas.
Parlamentares da oposição e analistas conservadores já articulam uma reação enérgica no Congresso para barrar o desvio de finalidade dentro do Itamaraty. A insistência do palácio em manter uma política externa focada na guerra cultural e no isolamento do Brasil frente a parceiros comerciais estratégicos é vista como uma sabotagem deliberada ao futuro do país. O episódio deixa claro que, para a atual administração, a prioridade nunca foi a segurança dos cidadãos ou o pragmatismo econômico, mas sim a manutenção do poder através da manipulação ideológica e do aparelhamento das instituições de Estado.
Por: Paola Rossato





























