O Governo do Atraso e a Destruição da Propriedade Privada
A cruel política de expulsão e desintrusão promovida pelo governo federal na região Norte do Brasil escancara a face mais sombria de uma agenda globalista que prioriza ONGs e falsas narrativas ambientais em detrimento do cidadão de bem. Pequenos produtores rurais, que dedicaram suas vidas a desbravar a Amazônia sob o próprio incentivo histórico do Estado, hoje são tratados como criminosos. Sob o comando de órgãos ideologizados como o Ibama, o ICMBio e a Funai, famílias inteiras assistem impotentes à destruição de suas casas, à perda de suas lavouras e ao confisco sumário de seus rebanhos. Esse verdadeiro terrorismo de Estado aniquila a segurança jurídica, rasga o direito constitucional à propriedade e joga na miséria os homens e mulheres que sustentam a economia alimentar da nação.
Em vez de garantir a regularização fundiária e apoiar o desenvolvimento tecnológico daqueles que produzem, o Executivo federal instalou uma brutal “indústria de multas” e embargos baseados em imagens de satélite e critérios arbitrários. Terras produtivas, passadas de geração em geração com documentação em dia, são desapropriadas por decretos tiranos sob o pretexto de reforma agrária ideológica ou demarcações fraudulentas. Denúncias publicadas pela imprensa independente, como a Revista Oeste, mostram que o governo assiste com complacência à invasão de propriedades privadas enquanto asfixia o crédito agrícola, minando de propósito as defesas jurídicas e financeiras do pequeno agricultor familiar.
Essa perseguição sistemática contra o agro na região Norte revela o nítido alinhamento do atual mandatário socialista com cartilhas internacionais que visam transformar o pulmão produtivo do Brasil em um santuário intocável e improdutivo. Ao expulsar o homem do campo, o sistema não protege a natureza; ao contrário, entrega as fronteiras nacionais ao abandono e à criminalidade, destruindo a soberania nacional e a nossa segurança alimentar. No entanto, o clamor por justiça e a união da bancada patriota no Congresso Nacional indicam que a resistência conservadora e a indignação popular no campo serão a força motriz para sepultar essa tirania esquerdista nas próximas urnas.
Por: Paola Rossato





























