Lula traz comitiva bilionária a Campo Grande para a COP 15, enquanto produtores rurais pagam a conta do circo globalista
A capital de Mato Grosso do Sul foi transformada, neste março de 2026, no epicentro do que há de mais nefasto na agenda globalista: a COP 15 de Espécies Migratórias. Sob o pretexto de proteger “bichos que cruzam fronteiras”, o governo Lula desembarcou com uma comitiva faraônica, incluindo os ministros da “pauta ideológica” como Marina Silva e Sonia Guajajara. Enquanto o estado de MS injetou R$ 10 milhões dos impostos do contribuinte apenas na infraestrutura do evento, os gastos com a hospedagem da elite petista seguem o padrão de luxo escandaloso já visto em Paris e Londres, com diárias que chegam a custar o equivalente a meses de trabalho de um cidadão comum. É a ostentação do “descondenado” em solo sul-mato-grossense, onde o luxo dos hotéis de alto padrão serve de refúgio para quem planeja asfixiar ainda mais o agronegócio sob novas camadas de burocracia internacional.
O evento não é apenas uma vitrine para a gastança desenfreada, mas um “balcão de negócios” para o internacionalismo radical. Lula reservou parte de sua agenda para receber portas abertas lideranças de ONGs estrangeiras e organismos da ONU, os mesmos grupos que historicamente financiam invasões de terra e campanhas contra a carne brasileira no exterior. Esses agentes do caos ambiental, recebidos com tapete vermelho no Centro de Convenções, buscam ditar como o produtor de MS deve gerir sua própria terra, impondo restrições que servem apenas aos interesses econômicos da Europa. Para o patriota campo-grandense, a imagem de Lula sorridentes ao lado de burocratas globais é o símbolo de uma soberania entregue em troca de aplausos em conferências vazias.
A “Invasão Vermelha” em Campo Grande sinaliza tempos sombrios para a liberdade econômica do nosso estado. Enquanto a Polícia Federal e as forças de segurança são mobilizadas para blindar o presidente do contato com o povo — que o rejeita massivamente nas ruas —, as decisões tomadas nos bastidores da COP 15 visam criar novos mecanismos de “vigilância climática” sobre o território brasileiro. O cidadão de bem de Mato Grosso do Sul, que carrega o país nas costas com a força do agro, observa com indignação esse teatro de horrores, ciente de que cada banquete servido à comitiva presidencial e cada acordo assinado com ONGs é um passo a mais rumo ao controle total das nossas riquezas por forças que nunca votaram ou respeitaram a nossa Constituição.
“Enquanto o mundo assiste ao circo da COP 15, o Brasil real sangra para sustentar a hospedagem de luxo de quem quer transformar o celeiro do mundo em uma reserva intocada para o prazer das elites mundiais.”
Por: Paola Rossato





























