Monitoramento inspecionou 19.593 imóveis, de um total estimado de 462.500 existentes na cidade. Durante as visitas, foram encontrados 332 focos do mosquito em 281 imóveis
O município de Campo Grande registrou situação de alto risco para arboviroses no levantamento realizado em janeiro de 2026 pelo Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa).
Os dados do Painel de Arboviroses do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde mostram Índice de Infestação Predial de 1,43, valor acima do limite de 1% definido pelo Ministério da Saúde, considerado situação insatisfatória e que indica risco de epidemias de dengue, zika e chikungunya.
O levantamento inspecionou 19.593 imóveis, de um total estimado de 462.500 existentes na cidade. Durante as visitas, foram encontrados 332 focos do mosquito em 281 imóveis. Já o Índice de Breteau, que mede a quantidade de recipientes com larvas para cada 100 casas vistoriadas, ficou em 1,69, também classificado como insatisfatório.
A maior parte dos focos foi encontrada em depósitos móveis, como vasos de plantas, pratos, recipientes de degelo de geladeiras e bebedouros de animais. Esse tipo concentrou 132 registros. Em seguida aparecem resíduos sólidos, como lixo acumulado em terrenos, com 102 focos.
Outros locais com presença de larvas foram depósitos de água ao nível do solo (47 focos) e pneus ou materiais rodantes (39). Também foram identificados 7 focos em depósitos fixos e 5 em recipientes naturais.
O LIRAa é utilizado para mapear rapidamente onde estão os principais criadouros do mosquito e orientar ações de combate. As autoridades reforçam que eliminar água parada em recipientes dentro de casa e em quintais é a principal forma de reduzir a infestação.
Fonte: Midiamax





























