O ex-prefeito Alcides Bernal abre fogo contra cidadão que arrematou sua mansão em leilão, manchando de sangue o Jardim dos Estados
O que o povo de Mato Grosso do Sul testemunhou nesta semana de março de 2026 foi a face mais brutal da prepotência de quem se julga acima da lei. O ex-prefeito Alcides Bernal, figura carimbada da esquerda local e protagonista de uma gestão marcada pelo caos, transformou uma disputa judicial de imóveis em um cenário de execução. Roberto Carlos Mazzini, um fiscal tributário de 61 anos que buscava apenas exercer seu direito legítimo de posse sobre uma mansão arrematada em leilão judicial, foi recebido não com as chaves da casa, mas com disparos no peito. É o retrato fiel de uma elite política que, ao perder seus privilégios e bens para as dívidas que ela mesma acumulou, prefere o caminho da violência do que o respeito ao Estado de Direito e à propriedade privada.
O crime ocorreu na Rua Antônio Maria Coelho, no coração do Jardim dos Estados, onde Bernal se recusava a deixar o imóvel avaliado em quase R$ 4 milhões, mesmo após a perda da propriedade para a Caixa Econômica e o subsequente leilão. Enquanto o cidadão de bem, Mazzini — que apesar de ser apenas uma vítima, foi tragicamente abatido no cumprimento de uma notificação extrajudicial —, tentava apenas regularizar sua conquista, o ex-prefeito agiu como um “coronel” dos tempos modernos, alegando uma suposta legítima defesa que não convence quem conhece seu histórico de instabilidade. É o “Mecanismo” mostrando as garras: quando a lei finalmente bate à porta para cobrar as contas de anos de má gestão e dívidas de IPTU astronômicas, a resposta da esquerda é o gatilho, ignorando a vida de um pai de família e a autoridade das decisões judiciais.
Este episódio sangrento é o ápice da impunidade que certas figuras políticas acreditam possuir sob o manto de suas influências passadas. Ao contrário do que boatos sugerem sobre um casal, a vítima foi um homem de 61 anos, morto covardemente enquanto trabalhava para garantir o que comprou com esforço. O silêncio ou a defesa “garantista” que agora cercam o caso Bernal são o combustível para a indignação de Campo Grande, que não aceita mais ser refém de políticos que pregam a “justiça social” em comícios, mas praticam a barbárie quando seus próprios interesses financeiros são tocados. O sangue no Jardim dos Estados não é apenas uma tragédia familiar; é um aviso de que, para essa casta, a propriedade alheia e a vida do cidadão comum não passam de obstáculos a serem removidos à bala.
Por Paola Rossato





























