Uma moradora da aldeia Jaguapiru, de 69 anos, faleceu pela doença
Na próxima segunda-feira (9), a reserva indígena de Dourados receberá um mutirão para eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti. A medida é necessária devido ao aumento expressivo de casos de Chikungunya no local.
A ação envolverá o Governo do Estado, Prefeitura de Dourados, a Prefeitura de Itaporã, a Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), Dsei (Distrito Sanitário Especial Indígena) e lideranças das aldeias Jaguapiru e Bororó.
Além do aumento dos casos, a comunidade também registrou a morte de uma idosa, de 69 anos, pela doença. A vítima era moradora da aldeia Jaguapiru e tinha um histórico de diabetes e hipertensão. Os sintomas começaram em 13 de fevereiro e o óbito foi confirmado no dia 26. O cenário acendeu o alerta das autoridades de saúde, que temem a evolução para uma epidemia.
Durante reunião nesta sexta-feira (6), representantes de diversas instituições ligadas à saúde debateram estratégias para conter o avanço da doença, considerada recente nas comunidades indígenas, mas que preocupa devido à intensidade dos sintomas e ao longo período de recuperação.
A partir de segunda-feira, agentes de endemias que atuam na área urbana de Dourados, junto com equipes do município de Itaporã e profissionais que já trabalham nas aldeias, farão visitas domiciliares para busca ativa de pacientes. A proposta é atender moradores que não conseguem chegar às unidades de saúde.
Paralelamente, equipes da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos realizarão ações de limpeza geral nas comunidades, com foco na eliminação de possíveis criadouros do mosquito. O trabalho se iniciará pelo Hospital da Missão Evangélica Caiuá.
Fonte: Midiamax





























