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Conselho de Ética Consuma o Expurgo dos Patriotas na Câmara

Deputado Marcel van Hattem, à esquerda na foto, deputado Marcos Pollon, no centro e o deputado Zé Trovão, à direita. (Fotos: Agência Câmara).

Sob as ordens do “Mecanismo”, comissão atropela o voto popular para silenciar Van Hattem, Marcos Pollon e Zé Trovão em um ato de pura perseguição ideológica

Em mais um episódio tenebroso da derrocada democrática brasileira, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados agiu vilmente nesta semana ao decidir pela suspensão dos mandatos de Marcel van Hattem, Marcos Pollon e Zé Trovão. O que se viu não foi um julgamento técnico, mas uma verdadeira inquisição parlamentar conduzida pelo consórcio esquerdista que hoje sequestrou as instituições. Estes três parlamentares, que juntos representam milhões de brasileiros indignados, foram condenados apenas por exercerem o seu dever sagrado de fiscalizar o poder e denunciar os abusos da “ditadura da toga”. Ao decapitar politicamente as vozes mais estridentes da oposição, o sistema envia um recado claro: em Brasília, a verdade tornou-se um crime punível com o banimento, enquanto o crime real desfila livremente pelos tapetes vermelhos do Planalto.

A perseguição a Marcos Pollon atinge diretamente o coração do Mato Grosso do Sul e dos defensores da legítima defesa, revelando o pavor que o “Mecanismo” tem daqueles que não dobram os joelhos para a agenda desarmamentista e globalista. Somado à combatividade técnica de Van Hattem e à coragem popular de Zé Trovão, o grupo formava uma barreira de resistência que o governo Lula e seus puxadinhos no Judiciário não podiam mais tolerar. A suspensão é a prova de que a imunidade parlamentar tornou-se uma letra morta, servindo apenas para proteger os amigos do regime, enquanto os guardiões da liberdade são caçados como criminosos comuns em um teatro de absurdos onde o acusador, o juiz e o carrasco bebem do mesmo cálice ideológico.

O desfecho deste julgamento farsa marca o funeral definitivo da independência entre os poderes e acende o sinal de alerta máximo para a nação. Quando o Estado utiliza suas engrenagens para silenciar os representantes eleitos pelo povo, a democracia deixa de existir para dar lugar a um regime de exceção mascarado de legalidade. A resistência, porém, não será calada por canetadas de comissões dominadas pelo radicalismo. O povo brasileiro, especialmente o produtor rural e o trabalhador honesto que se vê representado em Pollon e seus pares, não esquecerá quem foram os carrascos da liberdade. Este expurgo apenas fortalece a convicção de que 2026 será o ano do acerto de contas nas urnas, onde o “Mecanismo” sentirá o peso da soberania popular que hoje tenta, de forma desesperada e abjeta, sufocar no grito.

Por: Paola Rossato

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